Hoje achava que não iria ter uma boa ideia para a nossa publicação, que não teria a mente ativa para contar uma história interessante e suficientemente cativante para que tu, querido leitor, gostasses de verdade daquilo que teria para ti… E no meio disto, depois de uma sesta que se revelou mais terapêutica do que aquilo que eu pensava, fez-se um clique na minha cabeça, e a minha voz interior disse-me: “Pedro, deixa de ser totó, e aproveita isso para contares aquilo que sentes!”. E assim foi, cá estou eu a escrever sobre nada à espera que se torne em algo que valha tudo o que vão ler aqui!
Há algo que defendo com unhas e dentes: devemos conhecer os nossos limites para que não nos limitemos a nós próprios. Quando trabalhamos em excesso, ou vivemos em excesso (pelo lado mais negativo, claro) já sabemos que a seguir vai ser necessária alguma espécie de pausa para nos permitir repor aquilo que esgotámos. Não que seja essa a realidade de quem vos escreve, queridos leitores, mas é quase lá.
Julho trouxe ao de cima muitas coisas a serem trabalhadas, quer pelo ciclo de reiki que fiz com uma querida amiga minha, quer pelas conjunturas dos astros que abordamos nas aulas de astrologia com a minha professora. E sei, contudo, que eram coisas necessárias para que soubesse valorizar mais aquilo que tenho e mudasse o chip daquilo que me estava a fazer mal! E, com isto, não me lamento de todo! Antes pelo contrário! Dou graças ao Universo, e agradeço-lhe! Por tudo aquilo que me foi dado para lidar neste mês transato. Porque se não fosse agora, quando seria?
Acredito que Deus, ou o Universo, ou o que quer que acreditemos ser a Energia Protetora nunca nos dá os desafios maiores do que aquilo que estamos preparados para receber. E, mesmo quando desistimos de algo, se calhar não era bem por ali o caminho. Se calhar não era ali que ias ser feliz como querias. Se calhar… Tudo tem um limite, até mesmo nós! E não digo isto como se fossemos todos uns alecrins dourados que têm que viver os seus melhores dias, todos os dias como a Barbie faz (alerta spoiler), mas sim viver os nossos melhores dias mesmo quando não são os melhores de todos, porque ao deitar a cabeça na almofada sabemos que ficou algo por fazer, algo por dizer, ou algo por sentir. Contudo, que seja apenas isso - que se possa concluir amanha - e não um peso na consciência por nem sequer termos tentado fazer nada daquilo a que nos havíamos inicialmente proposto.
Por isso, querido leitor, mesmo quando parece que o Universo não nos dá nada, olha bem. Vê bem. Porque no fundo, no fundo, há sempre alguma coisa a tirar dali! Nem que seja uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma… porque ando assim é, levas na mesma uma lição de vida para casa!
Que o teu coração se mantenha sempre sorridente, mesmo quando só te apetece dormir até dizer chega! 😉
Com Amor e Gratidão,
Pedro
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Pedro Cascais | 2023